sábado, 30 de agosto de 2014

A Corrida de Canoas


Uma Empresa Brasileira e outra Japonesa decidiram enfrentarem-se todos os anos numa corrida de canoas, com oito homens cada.
As duas equipes treinaram duramente e no dia da corrida estavam em sua melhor forma.
No entanto os Japoneses venceram por mais de um quilômetro de vantagem.
Depois da derrota a equipe ficou desanimada.
O Diretor Geral decidiu que ganhariam no ano seguinte e criou um grupo de trabalho para examinar a questão.
Após vários estudos, o grupo descobriu que os Japoneses tinham sete remadores e um capitão.
Enquanto a equipe brasileira tinha um remador e sete capitães.
Diante disso, o Diretor Geral teve a brilhante ideia de contratar uma empresa para analisar a estrutura da equipe.
Depois de longos meses de trabalho, os especialistas chegaram à conclusão de que a equipe tinha capitães demais e remadores de menos.
Com base no relatório dos especialistas, a empresa decidiu mudar a estrutura da equipe.
A equipe seria agora composta por quatro comandantes, dois supervisores, um chefe de supervisores e um remador.
Especial atenção seria dada ao remador.
Ele teria que ser mais bem qualificado, motivado e conscientizado de suas responsabilidades.
No ano seguinte os japoneses venceram com dois quilômetros de vantagem.
Os dirigentes da empresa despediram o remador por causa do seu mau desempenho.
O Diretor Geral preparou um relatório da situação, no qual ficou demonstrado que:
Foi escolhida a melhor tática, a motivação era boa, mas o material deveria ser melhorado.
No momento estão pensando em substituir a canoa.
Nos dias atuais as pessoas querem cada vez mais status, fama, ocupar um cargo de liderança, porém nosso foco precisa ser outro:
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33
E ele, assentando-se, chamou os doze, e disse-lhes: Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. Marcos 9:35
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Campanha Aos Pés da Cruz


Venha participar da Campanha Aos pés da Cruz todas as sextas na Comunidade Deus Vive a partir das 19:30 hs e receba sua benção!!!

Traga um amigo ou parente e seja abençoado por Deus!
Estamos localizado na Rua Cachoeira n° 1478 - Jardim Moreira - Guarulhos - SP
Mais informações acesse nosso site: www.comunidadedeusvive.com.br

A Formiga e a Folha


Observando algumas formigas no jardim aqui de casa, percebi que todas seguiam uma mesma rota carregando folhas maiores que elas mesmas.
Mas seguiam firme em direção ao formigueiro que descobri poucos passos adiante, o que para elas deveria representar uma grande viagem.
De repente percebo que uma delas está com uma folha exageradamente grande nas costas. Deveria ser pelo menos vinte vezes maior que ela, e seu esforço era notado a distância.
Fiquei ali imaginando o orgulho dessa formiga presunçosa, carregando aquela folha gigantesca e como ela deveria estar ansiosa em mostrar a formiga rainha como ela era forte, como ela era capaz, quem sabe até ganharia uma promoção.
Enquanto a fila de formigas seguia em direção ao formigueiro, essa formiga girava em volta de si mesma, sem conseguir sair do lugar, seu esforço era tão grande que mal avançava um passo, voltava dois para trás. Estava tão cega, tão entretida na sua luta de carregar aquele mundão nas costas que nem percebeu que todas as formigas largaram as folhas para escapar do pé de um menino que vinha correndo atrás de uma bola.
As formigas escaparam por pouco, mas nossa amiguinha não teve a mesma sorte e morreu esmagada, agarrada à sua folha gigante.
Autor: Paulo Roberto Gaefke
Essa formiga nos ensina uma grande lição:
Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Marcos 8:36
E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus. Lucas 12:19-21
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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O Hipopótamo e a Tartaruga!


Esta é uma história real que nos mostra que não importam muito as diferenças quando necessitamos do apoio do outro.
NAIROBI – Um hipopótamo bebê, que sobreviveu às ondas do Tsunami, na costa do Quênia, criou um vínculo afetivo com uma tartaruga macho gigante e centenária. Isso aconteceu em um lugar onde foram enviados os animais sobreviventes das ondas gigantes, no Porto da cidade de Mombassa.
O hipopótamo órfão pesa cerca de 300 Kg. Ele foi arrastado do Rio Sabaki até o Oceano Índico, sendo jogado na praia onde as ondas do Tsunami golpearam a costa do Quênia em 26 de dezembro de 2004, antes que a equipe de salvamento de animais silvestres conseguisse resgatá-lo.
A tartaruga parece estar muito feliz no papel de Mãe, disse a ecologista Paula Kahumbu, responsável pelo Parque Lafarge.
- Eles nadam, comem e dormem juntos, acrescentou a ecologista. O hipopótamo segue a tartaruga, exatamente da mesma forma que faria com sua mãe. Se alguém se aproxima da tartaruga, o hipopótamo se mostra agressivo, como se estivesse protegendo sua mãe biológica, acrescentou.
A vida não é medida pelo número de respirações que damos, mas sim, pelos momentos que nos fazem prender a respiração.
Todos podemos aprender uma lição com estas duas criaturas.
Enxergar além das diferenças do outro e encontrar a maneira de trilharem juntos o mesmo caminho.
Muitas coisas na vida não podem ser explicadas, somente presenciadas.
Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Efésios 4:2
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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A História do Hotel Perfeito


Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar.
Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o “hall” do hotel estava iluminado com luz suave.
Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
- Bem-vindo ao Venetia!
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado.
Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então.
Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira.
A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um.
Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar.
Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia:
“Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal.
“Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?”
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.
Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?
Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.
Você já reparou como estão as igrejas nos dias de hoje? Cada vez mais preocupadas com o conforto interno, com o espaço do salão, com coisas cada vez mais banais e mais supérfluas.
Então se pergunta, e as pessoas? O relacionamento consiste em coisas pequenas, em uma mensagem, um telefonema, um SMS, um encontro.
Que possamos nos importar com as pessoas verdadeiramente e levar o amor de Cristo até elas.
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terça-feira, 26 de agosto de 2014

A Vila do Carinho


Havia uma pequena aldeia onde o dinheiro não entrava. Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um era trocado. A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a amizade. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca. As pessoas davam seu Carinho pois sabiam que receberiam outros num outro momento ou outro dia. Certa vez, uma mulher má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto à não mais dar seus floquinhos.
Assim ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia passou a juntar CARINHOS, e em pouquíssimo tempo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela. Quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham, e toda a HARMONIA da cidade desapareceu.
Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez, e passaram a IGNORAR-SE pelas ruas. Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, o que fez com que ele procurasse a velha para lhe perguntar se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão. Pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade, distribuindo, aleatoriamente, seu CARINHO.
A todos que dava CARINHO, apenas dizia:
- Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta. Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo… Mais outro… até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.
Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. – Atos 20:35
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A Melhor Época da Vida


Era 15 de junho e em dois dias eu faria trinta anos. Estava inseguro com a rapidez com que o tempo havia passado e temia que os melhores anos tivessem ficado para trás… Minha rotina diária incluía uma sessão de ginástica antes do trabalho. Todas as manhãs encontrava com meu amigo Nicholas na academia. Ele tinha setenta e nove anos e estava em plena forma…
Quando o cumprimentei naquele dia, ele percebeu que eu não estava animado como sempre, e perguntou se havia alguma coisa errada. Disse-lhe que estava ansioso por estar fazendo trinta anos. Fiquei imaginando, como olharia para trás quando chegasse à idade do meu amigo Nicholas, então, lhe perguntei:
Qual foi a melhor época de sua vida? Sem hesitar, Nicholas respondeu: “Bem, Joe, esta é minha resposta filosófica à sua pergunta filosófica: quando era criança, na Áustria e meus pais cuidavam de mim, sem que eu precisasse me preocupar com nada, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando fui para a escola e aprendi as coisas que sei hoje, aquela foi a melhor época de minha vida.
Quando arrumei meu primeiro emprego, passei a ter responsabilidades e a ser pago por meu esforço, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando conheci minha mulher e me apaixonei, aquela foi a melhor época de minha vida… Veio a Segunda Guerra e minha mulher e eu tivemos de sair da Áustria para salvar nossas vidas.Quando estávamos juntos e a salvo num navio, vindo para a América do Norte, aquela foi a melhor época de minha vida!
Quando viemos para o Canadá e formamos uma família, aquela foi a melhor época de minha vida. Quando me tornei um jovem pai e pude ver meus filhos crescerem, aquela foi a melhor época de minha vida. E agora Joe, tenho setenta e nove anos e estou com saúde. Me sinto bem e continuo apaixonado por minha mulher, exatamente quando a conheci.”
“Esta é a melhor época de minha vida!”
E disse Jesus: O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. 
joão 10:10
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sábado, 23 de agosto de 2014

O Desenho da Família


Certo homem estava sentado em sua cadeira favorita estudando sua tese de doutorado, quando a filha, de 8 anos apareceu e perguntou:
- Papai, você quer ver meu desenho?
O pai, incomodado com a interrupção da filha, respondeu:
- Filha, querida, por favor, o papai está ocupado. Vá brincar um pouco, depois pode voltar que vou te dar atenção.
Ele estava preocupado, pois aquele trabalho que deveria ser feito em uma semana, precisava ser realizado apenas em um fim de semana. Dez minutos depois, a menina novamente entrou na sala e pediu:
- Papai, me deixa mostrar o meu desenho?
Novamente o pai pediu que a filha q voltasse mais tarde.
Ela voltou cinco minutos depois e perguntou se o pai queria ver seu desenho. porém , já irritado, respondeu:
- Não, não quero!
Um pouco assustada com o jeito como o pai lhe respondeu, a pequena saiu correndo da sala.
Mesmo conseguindo o sossego que tanto queria, o homem não conseguia tranqüilidade em seu coração. Parecia que alguma coisa o puxava . Então, resolveu chamar a filha:
-Filhinha , meu amor, você poderia vir aqui? Papai quer ver o seu desenho.
Ela entrou calada e foi direto para o colo do pai. Finalmente ele viu o desenho da filha: era um grande quadro, como se fosse um retrato na moldura, e tinha até um título em letras maiúsculas, escrito, “Nossa Família”.
O pai, já emocionado, pediu :
- Filha, me explique o que significa este quadro.
E, ela, na sua pureza infantil, começou:
- Aqui é a mamãe (era uma figura de palito com cabelo longo, amarelo e ondulado);
Sorrindo, continuou:
- Aqui sou eu, do lado da mamãe, aqui é Totó (o cachorro), e aqui é a Maninha ( a irmã mais nova).
O pai parecia ter esquecido do problema da tese de doutorado. Por isso, pôde perceber a maneira simples, pura da filha ver sua família. Então, todo feliz e emocionado, disse a filha:
- Adorei, filha! Seu desenho é lindo! Vou pendurar na parede da sala de jantar, e toda noite quando eu voltar para casa, vou olhar para ele.
A menina deu aquele sorriso sincero de criança e foi brincar no jardim.
Ele voltou para a tese de doutorado. Mas por alguma razão, lia a mesma frase várias vezes. Estava desatento. Algo o tinha deixado preocupado no desenho da filha. Alguma coisa estava faltando, ele pensou. Então, resolveu chamar a menina de novo:
- Filha, você pode me mostrar seu desenho outra vez?
A menina rapidamente levou o desenho para o pai e sentou-se em seu colo. E ele, com a voz embargada, fez uma pergunta para a filha, apesar de estar com muito medo da resposta. perguntou:
- Filha, aqui no seu desenho tem a mamãe, você do lado da mamãe, o nosso cachorro, sua irmãzinha , o sol a nossa casa, passarinhos… mas onde está o papai?
E, ela respondeu:
- Você está no quarto, papai!
Desde então, o pai passou a arrumar mais tempo para ficar com sua família.
O tempo passou. Ele terminou seus estudos. Agora era doutor , um advogado. Mas a maior lição que aprendeu, foi ensinada por sua filha de apenas 8 anos.
REFLETINDO:
Valorize a sua família. Ela é base de tudo, o porto seguro para todos os momentos de sua vida!
Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.
1 Timóteo 5:8
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Pássaros Incansáveis


Já observou a atitude dos pássaros ante às adversidades? Ficam dias e dias fazendo seu ninho, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes…… E quando já ele está pronto e estão preparados para por os ovos, as inclemências do tempo ou a ação do ser humano ou de algum animal destrói o que com tanto esforço se consegui…
O que faz o pássaro? Pára, abandona a tarefa? De maneira nenhuma. Começa, uma outra vez,até que no ninho apareçam os primeiros ovos. Muitas vezes, antes que nasçam os filhotes, um animal, uma criança, uma tormenta, volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo…
Dói recomeçar do zero… Mas ainda assim o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando…Já sentiu que sua vida, seu trabalho, sua família, seus amigos não são o que você sonhou?
Tem vontade de dizer basta, não vale a pena o esforço, isto é demasiado para mim?
Você está cansado de recomeçar, do desgaste da luta diária, da confiança traída, das metas não alcançadas quando estava a ponto de conseguir?
Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, faça uma oração, ponha sua esperança na frente e avance. Não se preocupe se na batalha seja ferido, é esperado que algo assim aconteça. Junte os pedaços de sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.
Não importa o que você passe… Não desanime, siga adiante.
A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo.
E sobretudo… Nunca deixe de cantar.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O Menino e a Borboleta


Certo dia, uma criança estava a observar uma pequena abertura num casulo. Esteve a ver por muito tempo, percebendo que a pequena borboleta se esforçava, batendo as asas, para conseguir alargar o buraco e sair através da abertura.
Ao fim de umas horas, não havia grandes progressos com as tentativas, pois a borboleta batia as asas contra as paredes do casulo e não parecia que alargasse suficientemente o buraco para passar.
Então, o menino decidiu ajudar – foi buscar uma tesoura e abriu o casulo cuidadosamente. A borboleta saiu, então, facilmente. Mas o seu corpo era pequeno e as asas não tinham a força necessária para a sustentar.
Continuou a observar a borboleta, à espera que as asas se abrissem e esticassem, prontas para o voo. Nada aconteceu… na verdade, a borboleta passou o resto da vida aleijada, rastejando, com o corpo murcho e asas encolhidas – nunca seria capaz de voar.
O que a criança não compreendia, na sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para sair dele, seria o modo de fortalecer as asas e de a tornar apta a voar.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos na nossa vida, para nos tornarmos mais fortes e mais capazes.
Muitas vezes desejamos que Deus nos ajude em muitas situações, e não entendemos que é necessário aguardar o tempo certo para que as coisas aconteçam em nossas vidas.
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Amargo Regresso


Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.
Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.
- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!
- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Puxa, filho, não é fácil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim… mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.
- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.
- Está certo, papai, o senhor tem razão!
Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.
Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o “amigo” do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.
Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
Romanos 5.8
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terça-feira, 19 de agosto de 2014

A dificuldade em querer agradar a todos


Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.
Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.
O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
-Pobre criança, exclamou um passante, suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.
Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.
Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
Que desgraça. O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
Já se viu coisa como essa, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais.
O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.
Pobre criatura.Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.
Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:
Graças a Deus que eu não sou tão burro assim.
Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.
-Independente do que fazemos, disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.
Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas.
Romanos 2:11
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Uma Flor Horrorosa


O parque estava quase deserto quando me sentei num banco embaixo dos ramos de um velho carvalho, desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois parecia que o mundo estava conspirando contra mim.
Eu queria ficar só, mas, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar, parou na minha frente, cabeça pendente, e, cheio de orgulho, disse-me:
- Veja o que encontrei, e estendeu em minha direção uma flor horrosamente decaída, macetada, nas últimas.
Querendo me ver livre do garoto o quanto antes, fingi um pálido sorriso e tentei iniciar a leitura de um livro de auto-ajuda, mas, ao invés de ir embora, ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e disse:
- O seu cheiro é ótimo. Fique com ela!
Então, estendi minha mão para pegá-la e respondi com ironia:
- Obrigado, menino, essa flor era tudo o que eu precisava para completar o meu dia.
Mas, ao invés de estender o braço, ele manteve a flor no ar, para que eu a pegasse de suas mãos. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego.
- De nada, disse ele sorrindo, feliz por ter feito uma boa ação.
Uma ação tão boa que me fez ver a mediocridade dos meus pensamentos e das minhas atitudes diante dos reveses da vida.
Bem-aventurados os olhos
que vêem o que vós vedes.
Lucas 10.23
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sábado, 16 de agosto de 2014

O Bambu Chinês


Por 4 anos, depois de plantado, deste incrível bambu não se vê nada, absolutamente nada, exceto um diminuto broto.
Neste tempo, todo o seu crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra. Mas, então, no quinto ano, o Bambu Chinês cresce rapidamente, até atingir de 20 a 24 metros.
“Muitas coisas na vida são iguais ao bambu chinês”.
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para ver algum resultado, mas, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência, no tempo certo chegará o crescimento, e a transformação da paisagem o deixará espantado.
Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor.
Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas.
Tiago 5.7

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

A Preocupação é como a cadeira de balanço


“A preocupação é como a cadeira de balanço: mantém você ocupado, porém, não o leva a lugar algum.” Conta-se que um doente de um hospital psiquiátrico permanecia com o ouvido encostado na parede. A enfermeira, um dia, perguntou-lhe: que você está fazendo aí?
Silêncio! Cochichou o doente, acenando para que a enfermeira também encostasse o ouvido na parede. A enfermeira concordou e permaneceu ali durante uns minutos, prestando atenção: Não estou ouvindo nada, ela disse.
Eu também não, replicou o doente com a testa franzida. É assim o dia inteiro!
As pessoas que se preocupam com cada detalhe de sua vida são como este paciente. Umas se preocupam com o que poderia ter sido dito, outras com o que foi dito. Algumas se preocupam com o que poderia acontecer. Outras com o que não aconteceu, mas deveria ter acontecido. Há ainda as que se preocupam com o futuro.
Com quem será que vou me casar? Até que idade vou viver? Será que um dia meu marido (ou esposa) me trairá? Outras se afligem com o que fizeram no passado e com as conseqüências disto.
Deus não nos criou para termos uma vida que é um fardo, Ele quer que tenhamos vida abundante, tanto na mente, como no corpo e no espírito.
Assim como uma flor, fomos criados para florescer,
e não para murchar na videira.
Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Mateus 6:31-33
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

O Chocolate Quente!


Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho. O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma xícara de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de xícaras, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas.
Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade.
Quando já todos tinham uma xícara de chocolate quente na mão, disse-lhes:
– Reparem como todos procuraram escolher as xícaras mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas… Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A xícara por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma xícara mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a xícara; mas fostes conscientemente para as xícaras melhores…
Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:
– Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as xícaras. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A xícara que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu.
As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza…e apreciai o vosso chocolate quente.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Homem que mudou a fazenda


Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.
Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova.
Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.
Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.
Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.
Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho.
Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições.
Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.
Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: “como ele pode pensar assim?”
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância.
Um dia o sr. João pensou: “alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda.”
“Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.”
Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda.
O rapaz aceitou prontamente.
Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:
“O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?”
A resposta do jovem veio logo: “em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um.”
Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca.
Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios.
Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos.
Faça tudo como se estivesse fazendo para o Senhor, dando bom testemunho de Cristo em sua vida perante todas as pessoas!
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Tabela de Preços que o filho criou para cobrar sua mãe


Um menino aproximou-se de sua mãe à noite na cozinha, enquanto ela fazia o jantar e entregou a ela um pedaço de papel que ele tinha  escrito. Depois que sua mãe secou as mãos em um avental, ela leu:
Para cortar a grama: R $ 5,00
Para limpar meu quarto esta semana: R $ 1,00
Para ir até a loja para você: $ 0,50
Para tomar conta do meu irmãozinho enquanto você vai às compras: $ 0,25
Retirar o lixo: R $ 1,00
Para obter um cartão da bolsa família: R $ 5,00
Para limpar e varrer o quintal: R $ 2,00 Total a pagar: $ 14,75
A mãe olhou para o filho e o menino pode ver os olhos de sua mãe brilhar. Ela pegou a caneta, virou-se sobre o papel em que ele fizera a “tabela de preços” e escreveu isso:
Para os nove meses que eu carreguei você enquanto estava crescendo dentro de mim: Nada.
Por todas as noites que eu sentei com você, te mediquei e orei por você: Nada.
Por todas as vezes tentei em vão, e todas as lágrimas que  derramei ao longo dos anos: sem custos adicionais.
Por todas as noites cheias de medo, e para as preocupações que eu sabia que estavam à frente: Nada.
Para os brinquedos, alimentos, roupas e até mesmo limpando o nariz: Nada.
Quando você adiciona-lo, o custo do meu amor é: Nada.
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe tinha escrito, havia lágrimas nos seus olhos, e ele olhou para cima com a mãe e disse: “Mãe, tenho certeza que te amo.” E então ele pegou a caneta e, em grandes letras, ele escreveu: “Totalmente pago.”
Infelizmente tenho visto pessoas que agem dessa forma com Deus, acredito que no fundo todos nós já fizemos isso. Deus, se o Senhor me abençoar com tal coisa eu prometo isso, se o Senhor me ajudar com isso, eu faço aquilo. O meu pensamento só consegue enxergar o Senhor entregando o Seu Filho na Cruz, para nos libertar, nos salvar, curar, relacionar, nada mais é necessário: Totalmente Pago.
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sábado, 9 de agosto de 2014

O Menininho e a flor vermelha de caule verde


Era uma vez um menininho bastante pequeno que contrastava com a escola bastante grande. Uma manhã, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer um desenho.
“Que bom!”. pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis-de-cor e começou a desenhar. A professora então disse:
- Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores com seus lápis rosa, laranja e azul.
A professora disse:
- Esperem ! Vou mostrar como fazer.
E a flor era vermelha com caule verde.
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso. Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:
- Hoje nós iremos fazer alguma coisa com o barro.
“Que bom !” Pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro. Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Então, a professora disse:
- Esperem ! Não é hora de começar !
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
- Agora, disse a professora, nós iremos fazer um prato.
“Que bom !” — pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse:
- Esperem ! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.
E o prato era um prato fundo. O menininho olhou para o prato da professora, olhou para o próprio prato e gostou mais do seu, mas ele não podia dizer isso. Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e a fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. Essa escola era ainda maior que a primeira. Um dia a professora disse:
- Hoje nós vamos fazer um desenho.
“Que bom !”. pensou o menininho e esperou que a professora dissesse o que fazer, mas, ela não disse. Apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse:
- Você não quer desenhar ?
- Sim, e o que é que nós vamos fazer ?
- Eu não sei, até que você o faça.
- Como eu posso fazê-lo ?
- Da maneira que você gostar.
- E de que cor ?
- Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o desenho de cada um ?
- Eu não sei . . .
E então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde.
Helen Buckley
Sirvam uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multicolorida graça de Deus.
I Pedro 4.10
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Papai do Céu


Na hora da refeição, os pais pedem ao filhinho que agradeça a Deus pela comida.
Todos fecham os olhos, menos o menino, que, com os cotovelos apoiados na mesa e as maozinhas sobre a testa, observa cada alimento, enquanto “ora”:
- Papai-do-céu, muito obrigado pelo arroooozz, muito obrigado pelo feijããããoo, muito obrigado pela carne…
De repente ele pára, gira a cabeça de um lado para outro em sinal de discordância, e conclui:
- Pela abobrinha, não! Amém.
[risos]
Quando eu era menino, pensava como menino;
mas, logo que cheguei a ser homem,
acabei com as coisas de menino.
I Coríntios 13.11
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